terça-feira, 29 de janeiro de 2008

FÉ=ESPERANÇA=CARIDADE

Inajá

Fé, virtude teologal, crença.
Algo que acalma, busca e envolve:
Abnegação, compreensão, perseverança.
Voz silenciosa que se percebe e ouve...

Fé, bússola em direção a luz,
guia nos caminhos da verdade;
amor sublime que suaviza e traduz:
Determinação, empenho, humildade.

Fé, mistério de uma existência.
Energia forte, vibrante, confiança,
purificando a alma, a consciência,
fortalecendo, crescendo a esperança.

Fé, graça que supera obstáculos,
benção presente em todos os momentos.
Estrela que ilumina seus discípulos
aprimorando, polindo sentimentos.

Fé, bálsamo sutil de nossa vida,
conforta, ameniza, enleva e conduz.
Fonte cristalina, calma, translúcida.
Oh! Força que nos leva a Deus!...

Esperança


Quando a lágrima surge nos olhos,
uma dor nos oprime o coração,
a desilusão nos vem como escolhos...
Existe uma esperança na oração!...

Quando a vida nega o que almejamos
e se desfaz algo que se objetiva,
se pensamos que não alcançamos...
Há sempre a esperança que ameniza!

Culto, que veneramos noite e dia.
Prece mística, divina que acalma,
nas asas dos anjos em harmonia...
Tranqüiliza e conforta a nossa alma!

Luz, que ilumina e nos eleva.
Calor, que nos aquece e irradia.
Ar, que nos mantém e nos preserva.
És tu ESPERANÇA que nos guia!...

Caridade


Conscientização daquilo que se faz.
Amizade, benevolência, dedicação.
Respeito ao próximo e à Palavra
Infinitamente infinita...
Deus, transformado em amor.
Amor, transformando em perdão.
Doação, entrega, gratuidade.
Energia, centelha divina!...

A IMAGEM DA FOME




Caída por terra, estatelada a criança

Que chora seu pranto, agora solitária
Desamparada, sofrida, muda, pária
Não existindo nenhuma esperança
Já que a morte tenha roubado aquela
Que do ventre um dia tenha nascido
Não consegue mais seu corpo erquido
É mais uma vítima que a terra esfarela
A fome assombra tudo o que desseca
Sua carne que o sol queima e resseca
Inocente, neste chão árido se deita
Não pensa, lamenta, talvez só respire
Não haverá quem desta vida suspire
Sua carniça, o abutre faminto espreita

E-mail da Autora: atelierbaron@uol.com.br

*direitos autorais reservados

DEUS-PAI-MÃE

Marco Antonio Cardoso


Eu vejo a fome


Eu vejo a fome,
E ela corrói minha alma.
Eu vejo a dor daqueles que têm fome.
É uma dor física, mas também espiritual.
Eu vejo a fome por justiça,
E a dor da vergonha.
Eu vejo a fome,
E ela me observa, distante.
Enquanto tão perto eu a sinto,
Eu vejo e não faço nada.
Eu vejo e cerro meus olhos,
E me torno um covarde.
Eu vejo a fome, e ela mata.
Eu continuo inerte, cúmplice.
E até quando verei com os olhos,
Enquanto mantenho cega minha alma?
Eu vejo a fome,
E ela é um espelho.

DEUS-PAI-MÃE

Olha a miséria...


Olha a miséria que se arrasta
sob os nossos pés..
As bocas famintas.
A fome do mundo.
Sente a ignorância
de nossas mentes miseráveis
da pior miséria :
a miséria de vida,
a miséria de idéias.
Mentes vazias.
Olhos cegos.
A desgraça de um mundo
tão perto de nós,
e apenas olhamos,
como a tela de TV,
como um cinema,
como algo que não nos atingisse.
Somos miseráveis,
poderosos impotentes,
espectadores passivos
do ocaso do mundo.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

DEUS-PAI-MÃE

DEUS do meu coração, DEUS da minha compreensão
Que os humanos possam viver em eterna união
Que os humanos tenham felicidade eterna
Que os humanos tenham paz eterna
Que os humanos tenham alegria eterna
Que a união floresça nos corações humanos
Que os humanos se vejam,se reconheçam como DIVINOS IRMÃOS HUMANOS
ASSIM SEJA!